História

 

 
 
A Sociedade Filarmónica Humanitária tem sido também uma verdadeira “Casa de Pais e Escola de Filhos”, pois várias gerações vêm deixando o seu nome associado a esta.
Esta colectividade tem, pois, por objectivo a criação de espaços de lazer e a realização de actividades culturais tanto para os seus associados, como para todos que com ela têm contacto.

Desta forma, possui organizados no seu seio e em plena actividade, uma Banda de música filarmónica e um grupo cénico - existentes desde os primórdios da sociedade - um grupo coral, uma escola de música e um conservatório, tendo também contado com vários conjuntos de jazz e orquestras ao longo da sua existência.
Como reconhecimento pelo trabalho desenvolvido através dos tempos, a Sociedade foi condecorada com o título de membro honorário da "Ordem de Benemerência", tendo em 24 de Fevereiro de 1993, sido declarada de utilidade pública.


Com umas excelentes instalações, a Sociedade Filarmónica Humanitária continua a promover actividades musicais e culturais, no sentido de incentivar o gosto pela música.
Exemplo disso é a Escola de Música, existente desde a fundação da Sociedade, onde se ensina música a crianças a partir dos 6 anos de idades; o Conservatório Regional de Palmela, inaugurado em 23 de Março de 2002.
 
Fundada por um grupo de músicos, teve sempre como actividade principal a música, proporcionando e privilegiando o ensino da mesma a todos aqueles que o desejassem.

A sua fundação nasce da dissidência e ruptura da Sociedade Filarmónica Palmelense, consubstanciada em Acta de 08 de Outubro de 1864, por aqueles que reunidos em casa de Isidoro Joaquim dos Santos, criam a Sociedade Filarmónica Independente e Humanitária.

Perderá mais tarde a designação “Independente”, mas não os ideais de recreio e solidariedade que a caracterizam desde a sua constituição.
A sua longevidade e a riqueza da sua história, sugerem uma breve apreciação dos espaços em que esta sociedade se moveu ao longo dos tempos e, das actividades que desenvolveu e que vem desenvolvendo até hoje.